A vegetação do Parque é caracterizada por estar sempre verde, pela presença de árvores de até 40m de altura e pela densa vegetação arbustiva (samambaias, arborescentes, bromélias, palmeiras, trepadeiras, orquídeas e cactos), podendo se encontrar nas áreas úmidas, antes da degradação do homem, figueiras, palmeiras e palmitos.

A Floresta Ombrófila Densa submontana do Parque possui um alto potencial para conservação da biodiversidade, e altíssima diversidade biológica, com cerca de 458 espécies diferentes de árvores por hectare. Este é um dos índices mais elevados do mundo! Com altos níveis de endemismo. Representa um dos mais importantes blocos de remanescentes florestais de Mata Atlântica da Costa Nordestina.

A principal peculiaridade da região do PESC é, sem dúvida, sua altíssima riqueza de espécies. Em um único hectare estudado na região foram encontradas 458 espécies de plantas lenhosas. Estes números colocam a região entre as áreas com maior riqueza de espécies vegetais no planeta.

Das 86 espécies, 62 delas (72 %) são típicas de florestas, embora possam ser encontradas, eventualmente, em suas bordas ou em espaços entre fragmentos.

A cobertura vegetal atual do PESC se encontra bastante descaracterizada, com muitas clareiras, áreas ocupadas por atividades agropastoris e remanescentes florestais em diferentes estágios sucessionais.

Estudos na Amazônia, e na própria região do estudo, mostram que a comunidade de serpentes consegue se manter relativamente íntegra nesse mosaico, desde que os núcleos de mata sejam preservados. Isso é particularmente verdadeiro para serpentes como L. muta e B. bilineatus, as quais não foram encontradas em áreas sem remanescentes contíguos.

 

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